Quarta-feira, Outubro 07, 2009




Não espere um sorriso para ser gentil;
Não espere ser amado para amar;
Não espere ficar sozinho para reconhecer o valor de quem está ao seu lado;
Não espere ficar de luto para reconhecer quem hoje é importante na sua vida;
Não espere o melhor emprego para começar a trabalhar;
Não espere a queda para lembrar-se do conselho;

Não espere...

Não espere a enfermidade para perceber o quanto frágil é a vida;
Não espere por pessoas perfeitas para então se apaixonar;
Não espere a mágoa para pedir perdão;
Não espere a separação para procurar a reconciliação;
Não espere a dor para acreditar;
Não espere elogios para acreditar em si mesmo;

Não espere...

Não espere que o outro tome a iniciativa se foi você o culpado;
Não espere o "eu te amo",para dizer "eu também";
Não espere o dia da sua morte para começar a amar a vida;

Não espere...


Segunda-feira, Junho 15, 2009

Feel you like a river...




I can feel you across the miles in my body
Almost physical - spiritual
like there was no separation
like you were right beside me
like a river

I can feel forever in my mind
I can always reach for you inside
We can stay together in our minds
Feel you like a river
never dies

Remember the bridge we crossed out over the water
with the sun streaming in through the leaves
We can keep it alive
Was just energy

I can feel forever in my mind
I can always reach for you inside
We can stay together in our minds
Feel you like a river
never dies

And I feel, I feel, I feel you like a river

I can feel forever in my mind
I can always reach for you inside
We can stay together in our minds
Feel you like a river
never dies

And I feel, I feel, I feel you like a river...


Feel you like a river - ATB

Domingo, Dezembro 21, 2008

When I loved myself enough...


Quando me amei de verdade

pude compreender
que em qualquer circunstância,
eu estava no lugar certo, na hora certa.
Então pude descontrair.

*
Quando me amei de verdade

pude perceber que o sofrimento
emocional é um sinal de que estou a ir
contra a minha verdade.

*
Quando me amei de verdade

parei de desejar que a minha vida
fosse diferente e comecei a ver
que tudo o que acontece contribui
para o meu crescimento.

*
Quando me amei de verdade

comecei a perceber como
é ofensivo tentar forçar
alguma coisa ou alguém
que ainda não está preparado.
- inclusive eu mesmo.

*
Quando me amei de verdade

comecei a livrar-me de tudo
que não fosse saudável.
Isso quer dizer: pessoas, tarefas,
crenças e - qualquer outra coisa que
me pusesse para baixo.
A minha razão chamou isso de egoísmo.
Mas hoje eu sei que é amor-próprio.

*
Quando me amei de verdade

deixei de temer o meu tempo livre
e desisti de fazer planos.
Hoje faço o que acho certo
e no meu próprio ritmo.
Como isso é bom!
*
Quando me amei de verdade

desisti de querer ter sempre razão,
e com isso errei muito menos vezes.

*
Quando me amei de verdade

desisti de ficar revivendo o passado
e de me preocupar com o futuro.
Isso mantém-me no presente,
que é onde a vida acontece.

*
Quando me amei de verdade

percebi que a minha mente
pode atormentar e decepcionar-me.
Mas quando eu a coloco
a serviço do meu coração,
ela torna-se uma grande e valiosa aliada.


Kim e Alison McMillen

Quinta-feira, Agosto 21, 2008

Voice Within the Heart...



TORNA A SURRIENTO (Neapolitan Dialect)


Vide ’o mare quant’è bello.
Spira tanta sentimento
Comme tu, a chi tiene mente
Ca, scetato, ’o faje sunnà.

Guarda, guá’ chisti ciardine.
Siente sié’ sti sciure ’arancio
Un prufumo accussí fino.
Dint’ ’o core se ne na.

Refrain : E tu dice, « Io parto, addio ! »
T’alluntane da stu core.
Da la terra de ’ll ammore
Tiene ’o core en un turná?
Ma nun me lassá.
Nun darme stu turmiento.
Torna a Surriento.
Famme campá!

Vide ’o mare di Surriento,
Che tesore tene ’nfunno,
Chi a girato tutt’ ’o munno.
Nun ll’ha visto comm’a ccá!

Guarda, attuorno, sti Ssirene,
Ca te guardano ’ncantate,
E te vono tantu bene
Te vulessero vasá!

1902 by Ernesto De Curtis

Quinta-feira, Junho 19, 2008

Morre lentamente...


"Morre lentamente,
quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não encontra graça em si mesmo.

Morre lentamente,
quem destrói o seu amor-próprio, quem não se deixa ajudar.

Morre lentamente,
quem se transforma em escravo do hábito, repetindo todos os dias os mesmos trajetos, quem não muda de marca, não se arrisca a vestir uma nova cor, ou não conversa com quem não conhece.

Morre lentamente,
quem faz da televisão o seu guru.

Morre lentamente,
quem evita uma paixão, quem prefere o negro sobre o branco e os pontos sobre os 'is' em detrimento de um redemoinho de emoções, justamente as que resgatam o brilho dos olhos, sorrisos dos bocejos, corações aos tropeços e sentimentos.

Morre lentamente,
quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho, quem não se permite pelo menos uma vez na vida fugir dos conselhos sensatos.

Morre lentamente,
quem passa os dias queixando-se da sua má sorte ou da chuva incessante.

Morre lentamente,
quem abandona um projecto antes de iniciá-lo, não pergunta sobre um assunto que desconhece, ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.

Evitemos a morte em doses suaves,
recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior que o simples facto de respirar."


Pablo Neruda